Decisão é única e exclusiva de Mendonça
Mendonça resiste em relatoria de casos cruciais enquanto busca por saída legal encontra limites regimentais

O ministro André Mendonça mantém posição firme na relatoria dos casos Master e INSS, sinalizando que não deixará a investigação. Diferentemente do que alguns setores do Supremo Tribunal Federal (STF) esperavam, não existe mecanismo regimental que permita remover um ministro de forma compulsória de uma relatoria. A decisão é prerrogativa exclusiva do próprio magistrado.
⚖️ O poder exclusivo do ministro
A permanência de Mendonça nos dois processos depende unicamente de sua vontade pessoal. Sem previsão em regulamento interno do STF, nenhuma instância pode forçar sua saída. Essa rigidez regimental é justamente o que frustra a ala que buscava alguma alternativa institucional para paralisar as investigações.
🔍 O incômodo político
O que mais irrita determinados setores da corte é exatamente essa impossibilidade legal de silenciar a apuração. A continuidade dos trabalhos sob a relatoria de Mendonça representa uma barreira aos que tentam encontrar brechas para arquivar ou suspender os casos.
📌 O que segue
Os casos Master e INSS tendem a prosseguir conforme o cronograma definido pelo ministro, sem possibilidade de intervenção regimental que altere sua relatoria ou paralise as investigações.
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