Grupo de ministros aliados de Moraes aposta nas chicanas para adiar julgamento
Folha critica ministros do STF por tentarem adiar julgamento crucial através de manobras processuais

Alexandre de Moraes e um grupo de ministros do Supremo Tribunal Federal são acusados pela Folha de Domingos Arruda de tentar sabotar julgamento marcado para terça-feira através de manobras processuais. O editorial critica duramente o que chama de “tumulto processual” e “agazarra” orquestrada para adiar votação sobre investigação contra Moraes.
🔨 O acaso do julgamento suspenso
Um grupo formado por Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin teria apresentado petições e ameaças veladas para tentar impedir a votação. A coluna da Folha compara a conduta a “maus alunos atazanando o professor para cancelar a prova”, qualificando como “imatura e lamentável” para ministros da corte constitucional.
⚖️ Erosão institucional no STF
O editorial enfatiza que a “procrastinação embalada em chicanas” desonra a instituição e a transforma em “joguete de raposas da politicagem”. A crítica central é que ministros que agem “à sombra” para desviar-se de suas obrigações transmitem desconfiança sobre o tribunal. O texto aponta que a crise chegou a este ponto por “leniência” com indícios de má conduta.
💬 “A procrastinação embalada em chicanas e cochichos de corredor desonra o Supremo Tribunal Federal”
— Trecho do editorial da Folha
🔭 O que segue
O julgamento previsto para terça-feira deve revelar se a pressão processual consegue adiar a votação ou se o colegiado avança com a análise do inquérito. A situação aprofunda questionamentos sobre independência e transparência nas decisões do STF.
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