Homem da mala de banqueiro delatou circulação de R$ 1,3 bi e visitou Planalto: Comissões e vantagens indevidas
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Homem da mala de banqueiro delatou circulação de R$ 1,3 bi e visitou Planalto: Comissões e vantagens indevidas

Intermediário de ex-banqueiro confessa circulação de R$ 1,3 bi e visita misteriosa ao Planalto deixa rastro

🕐 05/09/2026 às 20:42 Equipe Topic News
Homem da mala de banqueiro delatou circulação de R$ 1,3 bi e visitou Planalto: Comissões e vantagens indevidas
Foto: Divulgação

Registros da portaria do Palácio do Planalto revelam que Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro” e acusado de atuar como intermediário de operações financeiras suspeitas, esteve no prédio da presidência em janeiro de 2024. O empresário confessou em delação premiada à Procuradoria-Geral da República que funcionava como “homem da mala” do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, movimentando valores em malas com quantias entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão.

📋 A visita ao Planalto

Freixo entrou no Palácio do Planalto no dia 23 de janeiro de 2024, uma terça-feira, às 14h42. Foi a única vez registrada entre janeiro de 2022 e março de 2025. Seu nome não consta em nenhuma agenda oficial de autoridades que trabalham no prédio, levantando questões sobre os motivos e interlocutores da visita.

💰 Escala das operações

Em sua delação, o empresário revelou cifras que impressionam:

  • 💵 R$ 1,3 bilhão movimentados entre 2020 e 2025
  • 🧳 Entregas regulares de malas com dinheiro vivo em valores entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão
  • ⚖️ Confissão de pagamento de “comissões e vantagens indevidas”, segundo o próprio Freixo

💬 “Valores eram destinados ao pagamento de comissões e vantagens indevidas”

— Trecho da delação de Antônio Carlos Freixo à Procuradoria-Geral da República

🔭 Desdobramentos

A descoberta abre novas linhas de investigação sobre fluxos financeiros irregulares que podem ter alcançado a administração pública durante o período analisado. A ausência de registro oficial na agenda presidencial e a natureza da operação sugerem que a circulação de recursos pode ter seguido canais não convencionais dentro da estrutura governamental.

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