URGENTE: Trump avalia novas sanções contra Moraes em meio à crise no STF
Trump avalia novas sanções contra autoridades brasileiras enquanto monitora decisão do STF sobre relatório que envolve Moraes e o Banco Master

O governo Donald Trump avalia aplicar novas sanções contra autoridades brasileiras em meio à crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal. Segundo fontes do Departamento de Estado, as medidas já foram preparadas e Washington estaria pronta para avançar caso a administração decida colocá-las em prática.
🎯 Quem está sob vigilância americana
Alexandre de Moraes está entre os integrantes do STF monitorados pelo governo norte-americano, mas a avaliação não se restringe apenas ao ministro. A atuação de outros membros da Corte também vem sendo acompanhada por autoridades dos Estados Unidos, especialmente diante dos recentes desdobramentos envolvendo o Banco Master e diálogos atribuídos ao magistrado com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
⚖️ A sessão do STF e o acompanhamento americano
A sessão extraordinária convocada para o dia 15 é considerada relevante pelo governo Trump. Na ocasião, o presidente do STF, Edson Fachin, reunirá o plenário para analisar o relatório da Polícia Federal que aponta Moraes como interlocutor de Vorcaro.
O julgamento poderá determinar a abertura de investigação contra Moraes ou resultar na anulação do relatório policial. Integrantes do governo norte-americano pretendem acompanhar atentamente as manifestações e os votos dos ministros durante a sessão.
💰 Instrumentos disponíveis para sanções
Washington dispõe de diferentes mecanismos para impor consequências. Entre as possibilidades está uma nova utilização da Lei Magnitsky, que permite adoção de punições financeiras contra indivíduos envolvidos em determinadas violações.
- 🔒 Bloqueio de bens sob jurisdição norte-americana
- 💳 Restrição de transações envolvendo nomes específicos
- 📋 Coordenação com o Tesouro dos EUA para aplicação de medidas
🔄 Histórico de pressão e retomada
Moraes já havia sido atingido pela Lei Magnitsky em julho de 2025. A medida foi retirada no fim daquele ano, após aproximação entre Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. Desde então, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a defender novamente a retomada das punições junto ao governo americano.
O empresário Paulo Figueiredo e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro mantêm interlocução com integrantes da administração Trump e trabalham pela adoção de novas medidas. Os dois foram convidados para participar de reunião no Departamento de Estado destinada a discutir possíveis sanções contra autoridades brasileiras.
💬 “A palavra final sobre a adoção das medidas caberá ao presidente Donald Trump”
— Autoridade do Departamento de Estado
🔭 O que vem a seguir
Apesar da preparação das medidas, ainda não existe um calendário estabelecido para aplicação das sanções. O governo norte-americano também analisa as possíveis consequências eleitorais de novas punições contra autoridades brasileiras, considerando que poderiam produzir benefícios eleitorais para o governo Lula. A decisão final dependerá exclusivamente de Trump.
EXCLUSIVO: Rubio x Vance! A disputa silenciosa pela herança de Trump e o olhar especial sobre o Brasil
Rubio desponta como sucessor de Trump na disputa republicana de 2028 com...
08/09/2026
Apresentadora de programa de TV é condenada à morte por envolvimento com organização criminosa
Apresentadora egípcia e seu irmão recebem pena capital em julgamento por tráfico...
07/09/2026
Nome de ex-craque do futebol mundial surge em investigação de rede internacional de narcotráfico
Investigação de narcotráfico na Argentina menciona Sergio Kun Agüero em negociações sobre...
05/09/2026