Mendonça recebe novas informações chocantes sobre monitoramento ilegal de outros três ministros do STF
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Mendonça recebe novas informações chocantes sobre monitoramento ilegal de outros três ministros do STF

Ministros do STF teriam sido alvo de monitoramento irregular pela Polícia Federal em operação sem transparência

🕐 10/09/2026 às 16:20 Equipe Topic News
Mendonça recebe novas informações chocantes sobre monitoramento ilegal de outros três ministros do STF
Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Supremo Tribunal Federal enfrenta uma crise interna envolvendo possível monitoramento irregular de ministros pela Polícia Federal. André Mendonça recebeu informações de que a área de inteligência da corporação produziu relatórios sobre pelo menos quatro integrantes da Corte, levantando questões sobre abuso de poder investigativo e interferência nas decisões judiciais.

📋 Os ministros mencionados nos relatórios

  • 🔴 André Mendonça — alvo direto de levantamento, relator do caso Banco Master
  • 🔴 Dias Toffoli — anterior relator do inquérito, acusado de “interferir” na PF
  • 🔴 Luiz Fux — presidente do STF, possível monitorado
  • 🔴 Kássio Nunes Marques — apoiador de Mendonça, também mencionado

⚖️ A produção de inteligência sem fundamento

Mendonça classificou os documentos produzidos pela Polícia Federal como “arapongagem institucional”. Os relatórios carecem de embasamento probatório adequado e foram utilizados por Alexandre de Moraes para apontar irregularidades na atuação do ministro. Segundo as informações, agentes da corporação avaliavam que Toffoli estaria interferindo nas operações da PF durante a Operação Compliance Zero.

🔍 Cronologia do conflito

  • 📅 12 de fevereiro — Fachin reúne os 9 ministros para discutir Arguição de Suspeição contra Toffoli
  • 📅 3 de setembro — Documento de inteligência sobre Mendonça vira público após decisão de Moraes
  • 📅 Até sexta (10) — Andrei Rodrigues deve prestar esclarecimentos ao STF

📌 O que vem a seguir

A apuração sobre possível monitoramento irregular está sob responsabilidade de Luiz Edson Fachin, presidente da Corte. Para que um ministro seja formalmente investigado, é necessária autorização expressa do plenário do STF. O episódio expõe tensões profundas sobre autonomia institucional e uso desproporcional de aparatos de inteligência no interior do Poder Judiciário.

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