URGENTE: Lula toma 1ª atitude sobre o afastamento de Andrei Rodrigues
AGU prepara recurso contra afastamento do diretor da PF, questionando interferência do STF em atribuição presidencial

A Advocacia-Geral da União (AGU) prepara um recurso contra a decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afastou Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal. O governo Lula questiona se o magistrado ultrapassou suas competências ao interferir numa atribuição constitucional da Presidência da República.
⚖️ O ponto de discórdia
A tese central da AGU é que compete exclusivamente ao presidente da República decidir sobre a manutenção ou substituição do comando da Polícia Federal. A determinação de Mendonça, tomada individualmente, estabeleceu o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues e também atingiu Leandro Almada, diretor de Inteligência da PF. O governo argumentará que o ministro avançou sobre uma prerrogativa presidencial.
🔍 O que gerou a disputa
- 📋 Relatórios de inteligência produzidos pela Polícia Federal estão no centro da controvérsia
- 🚨 Mendonça determinou que a própria PF investigue as circunstâncias da elaboração dos documentos
- 📊 Votação na Segunda Turma conta com 3 ministros pela manutenção do afastamento até agora
- ⏸️ Análise foi interrompida após Gilmar Mendes pedir vista; a ordem de afastamento segue válida
🏛️ Lula já sinalizava reação
💬 “É a própria Democracia que está em jogo”
— Marco Aurélio Carvalho, advogado do grupo de apoio jurídico da campanha petista
Antes mesmo da AGU finalizar os detalhes técnicos, Marco Aurélio Carvalho já havia declarado que Lula pretendia recorrer. O advogado sugeriu que o presidente procurasse o ministro Edson Fachin, presidente do STF, para tratar institucionalmente do episódio. Carvalho defendeu que Lula poderia apresentar a contestação antes da execução efetiva da ordem.
📌 O que vem a seguir
A decisão reacende o debate sobre os limites de atuação entre Executivo e Judiciário. Com o recurso em andamento, a AGU buscará estabelecer os fundamentos jurídicos para contestar Mendonça e defender a permanência de Andrei Rodrigues à frente da instituição. O resultado pode redefinir as competências constitucionais entre os Poderes.
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