URGENTE: Nova bomba surge e revela que PF buscou ilegalmente material contra Flávio
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URGENTE: Nova bomba surge e revela que PF buscou ilegalmente material contra Flávio

Operação da PF em escritório de advogado extrapolou mandato e buscou documentos sobre Flávio, que não é investigado

🕐 08/09/2026 às 21:20 Equipe Topic News
URGENTE: Nova bomba surge e revela que PF buscou ilegalmente material contra Flávio
Foto: Divulgação

André Mendonça autorizou buscas no escritório do advogado Willer Tomaz, investigado por conexão com o senador Weverton Rocha. Porém, segundo relato de advogado que acompanhou a diligência, a Polícia Federal sob comando do delegado André Gherardi teria extrapolado o mandato e buscado documentos sobre Flávio Bolsonaro, que não é investigado no caso.

📋 Violações apontadas na operação

A petição sigilosa enviada ao gabinete de Mendonça aponta que a equipe da PF desviou do escopo autorizado:

  • 🎯 Foco em imóveis no Rio de Janeiro sem relação com a investigação principal
  • 📸 Fotografias internas do escritório tiradas e compartilhadas, vedadas pela decisão do ministro
  • 📄 Apreensão de documentos sem vínculo com Weverton Rocha ou Tomaz
  • 💬 Menções reiteradas ao nome de Flávio entre agentes durante a operação

⚖️ O vazamento e o “coordenador oculto”

Ainda conforme o advogado Michael Cunha, fotos internas foram publicadas pelo site Metrópoles por volta das 8h do mesmo dia. Ao ser questionado, Gherardi admitiu ter compartilhado as imagens com um “coordenador” da operação, sem identificar quem seria. O registro de imagens estava expressamente proibido na decisão de Mendonça.

💬 “A despeito de o mandato especificar, detalhadamente, o objeto da diligência determinada pelo ministro relator e o escopo da referida operação, este advogado se deparou com fatos que revelam possíveis indícios de desvirtuamento do objeto do mandato pela autoridade policial e sua equipe”

— Michael Cunha, advogado que acompanhou a diligência

🔭 Repercussões esperadas

O caso reacende debates sobre os limites das operações da PF e a independência das investigações. Andrei Rodrigues, diretor-geral da corporação à época, foi afastado do cargo. O episódio pode resultar em ações judiciais contra a União e renovar questionamentos sobre critérios de conduta em buscas autorizadas por ministros do Supremo Tribunal Federal.

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